Você se lembra de quando era criança e transformava uma caixa de papelão abandonada ou um punhado de areia em castelo? Parecia inevitável: alguém o desmanchava. Você sofria. Mas agora entendemos. Essas coisas que eram tão avassaladoras quando éramos crianças não eram tão importantes, afinal. O nosso mundo não acabava quando os nossos castelos desabavam. Mas aqui estamos, ainda desesperados e ansiosos com os frágeis castelos da nossa idade adulta. Eles também cairão e isso não importará tanto à luz da eternidade. Mas levamos um tempo para conquistar essa perspectiva. Somos capazes de passar os nossos dias correndo em círculos, obcecados com milhares de coisas, convictos de que cada uma delas é essencial à nossa felicidade. Ou podemos parar por um momento e pensar na eternidade. Então vemos como são desimportantes as milhares de preocupações que confundem a nossa mente e preocupam a nossa alma. Como são pequenas! Eu lhe ofereço o silên...
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