A estranha sensação de voltar ao ninho. Olhar pro infinito particular. Voltar no tempo e no espaço. Revisitar memórias nunca antes lembradas. Deixar o coração pulsar num ritmo involuntário. Medo. Angústia. Tristeza. Vazio. E assim, amorosa e progressivamente, acolher, integrar, contornar, reelaborar. Passou. Te vejo, te reconheço. Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grata. Seguir adiante, inspirando e expirando no presente. Honrando cada pedaço da história que me compõe. Agradecendo a oportunidade de ter coragem para me despir e reconstruir. Esse não é o fim, é o começo de uma grande história de amor próprio.

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